O LED  (Light Emitter Diode ou Diodo Emissor de Luz) é um dispositivo eletrônico que transforma energia elétrica em luz. Essa transformação é diferente da realizada nas lâmpadas convencionais (incandescentes e fluorescentes), que utilizam filamentos metálicos e descargas de gases.

A tecnologia foi criada na Rússia ainda na década de 20 e desde os anos 60 os LEDS de luz verde e vermelha já eram utilizados em pequenos dispositivos como calculadoras e placas de circuitos. Porém, apenas com a descoberta da luz de LED azul, na década de 90, foi possível combinar as três cores para obter uma lâmpada de luz branca, resultando numa fonte de energia mais eficiente e sustentável.

Eficiente e recomendada nos dias atuais, a tecnologia LED, ou Diodo Emissor de Luz, foi lançada pela primeira vez nos anos 60. Apesar de ser um componente eletrônico que emitia luz própria, sua força de emissão era baixa e, por isso, não foi adotada de imediato. A evolução em todos esses anos fez do LED um componente fundamental em quase todos os aparelhos eletrônicos. Hoje encontramos essa tecnologia em celulares, sistemas de som, vídeo, DVDs, televisores e eletrodomésticos.  Tal evolução criou, em 1999, um novo objeto: a lâmpada de LED.

O LED é a melhor opção para empresas que querem economizar na conta e melhorar o visual de um ambiente, uma vez que o conjunto de lâmpadas pode criar painéis e quadros que chamam a atenção. As lâmpadas de LED também funcionam em várias cores. Além disso, o material não emite calor e não atrai insetos. Outro ponto positivo para esse tipo de lâmpada é seu benefício para o meio ambiente e para o desenvolvimento sustentável. Essa tecnologia não utiliza materiais nocivos como o mercúrio, e a ausência de ultravioleta, e de infravermelho, garantem também benefícios à saúde das pessoas.

 

Ainda ganhando espaço no mercado, as lâmpadas de LED terão grande espaço no mercado, principalmente com a evolução tecnológica de seu material principal.

Confira as diferenças entre os tipos de lâmpadas existentes no mercado:

  • Incandescente

Preço: custa em torno de R$ 2 a R$ 4

Vantagem: É mais barata e mais usada até hoje. Produz uma iluminação mais próxima da luz natural.

Desvantagem: a maior parte da energia é usada para aquecer a lâmpada e não para iluminar. Cerca de 80% da energia é dissipada na forma de calor. A luz não pode ser direcionada, pois o filamento de tungstênio aquecido irradia luz em todas as direções.

Vida útil: 1 mil horas

  • Fluorescente

Preço:  de R$ 8 a R$ 20

Vantagens: É mais econômica que as lâmpadas incandescentes, por isso é amplamente usada na iluminação de escritórios e instalações industriais. Ganhou espaço no mercado residencial graças às campanhas de economia de energia.

Desvantagem: Tem mercúrio na sua composição, o que prejudica a natureza em caso de contaminação do solo ou a água.

Vida útil: 10 mil horas

  • LED

Preço:  R$ 40 a R$ 160 reais

Vantagens: Ilumina mais e consome menos. Permite direcionar a luminosidade. Com apenas 6 a 8 watts de potência produz a mesma luminosidade que uma lâmpada incandescente de 100 watts. É 12 vezes mais eficiente e reduz a conta de luz em quase 90%. Não contém mercúrio e não emite calor e nem raios ultravioleta.

Desvantagens: Ainda é pouco usada e cara, por ser uma descoberta recente.

Vida útil: 50 mil horas