A sustentabilidade foi um conceito, criado em 1972 a partir da Conferência das Nações Unidades o Meio Ambiente Humano – United Nations Conference on the Human Environment (UNCHE) em Estocolmo, evento mundial que marcou a história ambiental por se tratar da primeira reunião que teve como pauta as problemáticas ambientais, suas soluções e preservação da humanidade.

Essa necessidade se torna mais e mais evidente conforme as notícias de problemas provocados pelas alterações climáticas e pelo efeito estufa se multiplicam nos noticiários e, muitas vezes, quando os sentimos em nossa própria carne. Os milhares (ou milhões) de vítimas de furacões, tornados, maremotos, secas, enchentes e outros desastres de magnitude nunca vista; clamam por nossa ajuda e por socorro para aplacar sua dor e sofrimento.

O sistema de gestão ambiental doméstica é uma ação, diferente do sistema de gestão ambiental empresarial, sua diferença está na normatização como a ISO 14.001. Em outras palavras, a gestão ambiental doméstica são medidas que não possui compromissos pautáveis, diferentemente da gestão ambiental empresarial que precisa seguir inúmeros procedimentos e normas.

Vivemos em uma atual sociedade que tem como costume, a nomeação ou de sempre procurar motivos, para direcionar a culpa que de certa forma são de todos. Quando lemos uma reportagem que retrata sobre a escassez de água nos estados do nosso país, que não deixa de ser revoltante, procuramos sempre culpar as empresas, indústrias, ou mesmo a agricultura pelo ocorrido, fazendo com que eleve o nosso superego, e diminuía a sensação de culpa.

Mas afinal o que significa Sustentabilidade, palavra que é usada em nosso cotidiano a todo instante, pelas indústrias, empresas, escolas? O próprio termo já diz Sustentar, que no dicionário refere: Segurar para que não caia; sustente, suportar. Aplicando este termo à área ambiental, a sustentabilidade é “Assegurar que os recursos naturais presentes, possam vim, a serem mantidos e não erradicados”.

Sem dúvida, conseguir esse entendimento será vencer o desafio da aplicação da sustentabilidade em casa e da criação de uma cultura doméstica sustentável. Construir e instalar coletores de água de chuva e armazená-la para aproveitamento em limpeza e descargas sanitárias; aplicar a reciclagem aos resíduos orgânicos que normalmente iriam para o lixo e o oferecimento do produto final como adubo em residências ou casa de material para jardinagem. Reciclar os plásticos, latas e outros resíduos sólidos que iriam para o lixão ou parar nos rios e cursos d’água. Economizar nos gastos com energia elétrica e outros combustíveis. usufruídos pelas gerações futuras”.

Mas como aplicar a sustentabilidade em casa? Como tornar algo trivial e corriqueiro um conceito tão “etéreo” para muitos seres humanos que têm pouca (ou nenhuma) instrução e são absolutamente dotados dos mais variados problemas e carências que se pode imaginar. Como levar a quem nada tem a importância de se conservar algo para as gerações futuras?

Talvez; aplicar a sustentabilidade em casa seja algo intangível demais para essas pessoas. Mas, com paciência e explicando pelo lado mais interessante para elas: o econômico; seremos capaz de fomentar o seu desejo, a sua colaboração e seu total empenho na formação de uma cultura de sustentabilidade doméstica muito mais rapidamente.